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Falando Bem Aqui > Blog > Brasil > O Silêncio de Uma Luz: Por Que o Linkin Park Deixou de Tocar “One More Light” em Seus Shows
Brasil

O Silêncio de Uma Luz: Por Que o Linkin Park Deixou de Tocar “One More Light” em Seus Shows

Diego Velázquez
Diego Velázquez julho 24, 2025 5 Min Read
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A história do Linkin Park é marcada por uma conexão profunda com seus fãs, principalmente em torno do álbum One More Light, lançado em 2017. No entanto, apesar do impacto emocional da faixa-título, a banda tomou a difícil decisão de não mais tocar “One More Light” ao vivo. Essa escolha reflete uma reflexão cuidadosa sobre a origem da música e seu significado que mudou ao longo do tempo, especialmente após a trágica morte do vocalista Chester Bennington.

A música “One More Light”, frequentemente interpretada como um presságio do destino de Chester Bennington, carrega uma história diferente. Ao contrário do que muitos pensam, a letra melancólica não foi escrita sobre Chester, mas para homenagear uma querida executiva da gravadora que faleceu em decorrência de um câncer. Mike Shinoda, co-vocalista e principal compositor da banda, junto com o guitarrista Brad Delson e colaboradores externos, foi responsável pela maior parte do álbum. Chester participou pouco na composição, sendo coautor de apenas duas faixas, e a melancolia de “One More Light” nunca teve a intenção de ser um lamento pessoal para o vocalista.

Mike Shinoda falou abertamente sobre o peso emocional de executar essa canção após a morte de Chester. A música passou a carregar uma carga tão forte para a banda e para os fãs que tornou-se quase doloroso revisitá-la. Segundo Shinoda, tocar “One More Light” ao vivo atualmente seria como abrir uma ferida que ainda não cicatrizou. Isso levou à decisão de retirar a faixa do repertório, uma escolha comovente que mostra como o significado de uma música pode mudar drasticamente conforme os acontecimentos da vida.

Originalmente, “One More Light” foi escrita como uma homenagem a Amy Zaret, executiva da Warner Bros Records que acompanhou a banda desde seus primeiros passos e que faleceu vítima de câncer. A música tinha o objetivo de oferecer conforto e solidariedade, lembrando a todos da importância de valorizar as pessoas amadas. Esse contexto foi, porém, ofuscado pela associação trágica feita pelos fãs após o suicídio de Chester, que alterou para sempre a percepção coletiva sobre a canção.

Após a morte de Chester Bennington, a banda lançou “One More Light” como single em homenagem ao cantor, transmitindo uma mensagem de esperança e união para quem sofria com a perda. A música ganhou um novo significado, tornando-se símbolo de luto e apoio para fãs e integrantes da banda. Shinoda reconheceu essa evolução e manifestou gratidão por como a canção uniu as pessoas em um momento doloroso, mesmo mantendo sua origem distinta da tragédia pessoal de Chester.

Apesar da música não ser mais tocada nos shows, o legado emocional de “One More Light” continua vivo. A história por trás da faixa é um testemunho do poder da música de transcender seu significado inicial e proporcionar conforto de maneiras inesperadas. Para o Linkin Park, a trajetória dessa música – de homenagem a uma amiga para memorial de um grande amigo – simboliza a complexa relação entre arte e vida.

A decisão de retirar “One More Light” do repertório revela o respeito da banda por seus próprios limites emocionais e pelos sentimentos do público. Ao escolher não tocar a música, o Linkin Park honra a memória tanto de Amy Zaret quanto de Chester Bennington, preservando a importância da canção sem reabrir feridas recentes. Essa atitude ressalta o papel delicado que a música desempenha no luto e na lembrança coletiva.

Em resumo, a aposentadoria de “One More Light” dos shows do Linkin Park é mais do que uma escolha artística – é uma reflexão sobre a relação evolutiva entre a banda, sua música e seus fãs. Demonstra como as canções podem adquirir novos sentidos com o passar do tempo e a coragem necessária para proteger esses sentidos enquanto se busca a cura. A história de “One More Light” permanece um capítulo poderoso no legado do Linkin Park, lembrando a todos da beleza frágil que existe na música e na memória.

Autor: Polina Kuznetsov

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