Dalmi Fernandes Defanti Junior, como fundador da Gráfica Print, tem observado uma mudança concreta no perfil das solicitações que chegam à operação: cada vez mais clientes, especialmente empresas de médio e grande porte, incluem critérios de sustentabilidade como parte do escopo do projeto gráfico, não como pedido opcional. Tintas, papéis, processos e certificações entraram definitivamente na pauta de quem compra impressão.
Se a sua empresa ainda trata sustentabilidade como acessório, vale entender por que esse posicionamento está ficando para trás.
O que mudou na exigência do mercado e por quê aconteceu tão rápido?
A pressão por práticas sustentáveis no setor gráfico não surgiu do nada. Ela é resultado de três forças convergentes: a agenda ESG das grandes corporações, que exige que seus fornecedores comprovem práticas ambientais responsáveis; o avanço das regulações de embalagem e resíduos no Brasil e no mundo; e uma mudança real de comportamento do consumidor final, que passou a pensar na embalagem depois de usar o produto.
Esses três vetores criaram um efeito cascata: as grandes marcas exigem de seus fornecedores, que exigem de suas gráficas, que precisam adaptar processos e insumos. Dalmi Fernandes Defanti Junior ressalta que quem não acompanha essa cadeia começa a perder qualificação para disputar contratos, independentemente do preço ou do prazo que oferece. A Gráfica Print tem investido nessa adequação para garantir que seus clientes tenham acesso a soluções que atendam a essas exigências crescentes.
Materiais sustentáveis na prática: o que existe e o que realmente faz diferença
Papéis com certificação FSC (Forest Stewardship Council) garantem que a matéria-prima vem de florestas manejadas de forma responsável. Tintas à base de água eliminam solventes químicos do processo de impressão, reduzindo a geração de compostos orgânicos voláteis. Laminações biodegradáveis substituem os plásticos convencionais sem abrir mão do acabamento e da proteção que o produto final exige.
Cada uma dessas opções tem implicações técnicas que precisam ser avaliadas caso a caso. Uma tinta à base de água, por exemplo, pode ter comportamento diferente em determinados substratos, o que exige conhecimento de produção para garantir que o resultado final mantenha a qualidade visual esperada. O especialista em assuntos gráficos, Dalmi Fernandes Defanti Junior, orienta os clientes nessa escolha, equilibrando exigência ambiental e padrão de qualidade.

Sustentabilidade e custo: como desfazer o mito de que verde é sempre mais caro
O argumento do custo mais alto é real em alguns contextos, mas superestimado na maioria, frisa Dalmi Fernandes Defanti Junior. Papéis certificados têm preços competitivos em volume. Tintas à base de água, em muitos processos, geram menos desperdício e reduzem o custo de descarte de resíduos. Embalagens projetadas com menos material, mas com mais inteligência estrutural, custam menos para produzir e para transportar.
O custo mais alto aparece principalmente quando a decisão de sustentabilidade é tomada no final do projeto, como um ajuste de última hora. Quando ela entra no briefing desde o início, as escolhas de material, estrutura e acabamento são feitas de forma integrada e o resultado costuma ser economicamente viável e ambientalmente responsável ao mesmo tempo.
Como posicionar sua marca como referência em comunicação responsável?
Mais do que uma obrigação, a sustentabilidade na comunicação gráfica é uma oportunidade de posicionamento. Marcas que comunicam suas práticas ambientais de forma clara e verificável com selos, certificações e materiais que comprovam o compromisso, constroem uma percepção de responsabilidade que vai além do produto e se conecta com valores do consumidor moderno.
O fundador da Gráfica Print, Dalmi Fernandes Defanti Junior, entende que esse posicionamento começa nas escolhas de produção e que cada material impresso é uma oportunidade de reforçar ou contradizer os valores que a marca comunica. Para saber mais sobre soluções gráficas sustentáveis, acesse graficaprint.com.br ou acompanhe @graficaprintmt no Instagram.
Autor: Diego Rodríguez Velázquez
